Quem sou eu

Minha foto
"A um certo tempo, não deixarei que minhas lágrimas, falem-me tanto de você!"(Rosane Oliveira)

terça-feira, 27 de abril de 2010

Miragem


Miragem

banhou-me a água
nos pés nus sobre a areia
acordando as minhas lembranças

tocou-me a brisa
com a suavidade do teu toque

mas não havia o teu cheiro
e o sol não brilhava sem teu sorriso

eram apenas meus desejos
despertados pela água

então, por que respirar?

Rosane Oliveira

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Entrega

Entrega

Confias aos meus versos,
as terras do teu coração.
Atrevidos, enraízam-se...
tomam posse de toda extensão!
Germinam-me
a cada centímetro de ti,
fazendo florir as terras em erosão.
Confias os teus beijos,
à mudez da minha boca...
cala-te!
Deixe que falem
As nossas digitais!

Rosane Oliveira



sábado, 20 de março de 2010

Fascinação



Fascinação

Fascina-me,
as letras jogadas no papel!
Por vezes...alheias,
em horas unidas,
trazem-me os beijos teus!
Contam-me os teus segredos,
gritam a tua dor...
em intensos momentos,
transbordam o teu amor!

Fascina-me,
as cores que elas desenham...
unidas ditam a cor do mar,
a cor do céu,
o tamanho das tranças da Rapunzel!

Falam da penumbra,
da dor,
da morte
e da saudade de um grande amor!
Contam-me a beleza do raio,
o poder do trovão,
o medo...
o vento e o furacão...
falam da brisa, da chuva,
do desejo
e da sedução do beija-flor!

Fascina-me as letras jogadas no papel
a contar os segredos
de um poeta !

Rosane Oliveira

quarta-feira, 17 de março de 2010

Meu disfarce

Deixo hoje,
o mundo de máscaras
por onde tenho andado.
Onde tudo sou...
mas nada é de verdade!

Hoje retorno,
ao meu mundo de sonhos,
onde disfarço-me da minha verdade,
onde o meu grito ecoa estridente
e a minha máscara é nua e transparente!

Hoje retorno aos meus devaneios,
preencho estas linhas
com os mais insanos anseios.
Declamo minha ira,
relato minhas decepções
e digo ao mundo o meu amor!

São versos tortos,
um misto de palavras sem sentido,
quereres infundados,
sonhos engavetados,
apenas conflitos meus!

Estou pronta!
Hoje deixo o casulo.
E docemente confusa, deslizo
nas linhas deste poema,
abro as asas e lanço vôo...
despida das minhas máscaras,
nua de meus segredos...
disfarçada de mim mesma!

Rosane Oliveira

Bater de asas


Bater de asas


.

Espero que sintas,

Minhas digitais tatuando os sulcos do teu rosto...

Meus dedos entre os teus poucos cabelos,

E a doçura do meu colo a aconchegar seus pensamentos.

.

Espero que sintas,

O vento em reviria, pelo balançar das minhas asas,

O meu perfume ao adentrar tua casa,

E o meu amor a acalmar a tua agonia.

.

Espero que sintas a minha presença virtual,

O meu carinho imensamente especial,

Saiba que sorrindo ou chorando,

Perto ou longe,

Doce ou amargo,

Serás sempre o meu anjo!

O mais especial e o mais verdadeiro...

Aquele que me ensinou amar!

.

Rosane Oliveira

Alma gêmea

Alma gêmea

Foi assim que um dia veio...
Num grito de apelo,
Montado em galanteios
Transbordando curiosidades
Entre as gentilezas que não se vê mais!

Nos olhos trouxe a profundidade
Onde encontrei a outra metade
Que completou os olhos meus,
Entre os galanteios que mundo já esqueceu!

Nos lábios palavras sábias
Doces feito açúcar mascavo.
Deste mel virei escravo
Ouvindo um amor que não se fala mais!

E no olhar logo vi,
que era o que eu tinha sonhado!
no sorrir percebi
o sentido da vida ter achado!

Foi tão lindo o que senti,
doce sonho desvendado,
a certeza que tive ali
ser um homem apaixonado!

E o caminhar que agora começa,
é a certeza do bem sagrado,
Doce é o sabor da promessa
E a paz seguindo ao meu lado
onde encontro alegrias e prazer,
E serei feliz enquanto viver!

Rosane Oliveira e Paulo Silvoski

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

domingo, 25 de outubro de 2009

Alzheimer

Alzheimer
.
Imóvel
sobre o leito
inerte
aos apelos da carne
sequer reconhece a dor
nem lágrimas
nem sorrisos
nenhum sentir lhe aflora
apenas o ir e vir
sem "pra onde"
ansiedade lhe devora
os caminhos desconhece
E você quem é?
nenhuma toca é sua óca
tudo
é ainda insuficiente
é o Alzheimer
a destruir o "presente"
.
na lucidez extinta
apagam-se as luzes
uma a uma
e no virar da madrugada
resta um corpo
de alma ausente
ainda vivo
sem "passado" e sem "presente"
.
Rosane Oliveira

Saudade

Saudade
Envolvi meu corpo
Num abraço de próprios braços
Tentando sentir o seu calor
Tentando sentir seu corpo Junto ao meu,
Como antes!
Fechei os olhos
As lágrimas escorreram
Enquanto você dizia o seu amor
Num sussurrar de pensamentos
Que me tomaram neste momento!
Gritei,
Mas a voz não saiu,
Ninguém foi capaz de ouvir
A aflição que vinha em minh’alma
Que dor é essa, que abre caminhos
No corpo e na alma,
Não obedece ordens
E se apodera dos sorrisos?
Que dor é essa, tão profunda que emudece
Tão escura que cega os olhos no brotar das lagrimas?
Que dor é essa, que sangra tanto
E ninguém vê?
Que rouba o paladar, que apaga as esperanças
Que sussurra ameaças de morte
Acorda as lembranças pra que doa ainda mais?
Que dor é essa, que de febre deliro
Que me rouba o ar e eu sufoco
Sem sequer gritar?
Que dor é essa, que esfola o carne
Que tortura a alma
Até você voltar?
Que dor é essa que só ameniza com beijos
Com toque de pele, com olho no olho
E mil promessas de amar?
Que dor é essa?
.
Rosane Oliveira

domingo, 4 de outubro de 2009

Aliviada

No interruptor
o dedo
No ambiente
a penumbra
E o perfume nas narinas
Presença
invisível aos olhos
Sentida na pele
E no cheiro
O sorriso me saltou
A lágrima aflorou
A tranqüilidade ficou
Na noite o cheiro adentrou
Adormeci
Incorporada
Rosane Oliveira

Tecelã

Tecelã
No tear do pensamento,
Teço as teias que te envolvem,
E as minhas esperanças; No breu da noite,
Desfio meus medos e inseguranças;
Teias que se desfazem
No melado de um aconchego;
No fiar do fio mais brilhante,
Ganho asas,
E sobrevôo o horizonte,
Debruço sobre os sonhos,
E adormeço...
No tecer do azul dos olhos!
Rosane Oliveira

Anjo e poeta

Anjo e poeta
Veio ele...
Lá do “oco da taboca”
É lá que se esconde
E acha que lá ele mora...
Trouxe consigo,
O filho,
A mochila,
E o boné...
Eu tinha certeza que
Eram azuis os olhos dele!
E feito o mar
O azul se inundou!
Na mochila,
Um punhado de rabiscos,
Escondidos,
Guardados...
Assim...feito a dor que sentia
Mas não dizia!
Sentimentos rabiscados,
De um poeta apaixonado!
Feliz estava...
Isso eu pude ver...
Senti o abraço que me deu,
E o beijo que guardou...
Mas trouxe...
E era meu!
Do azul para o verde...
A invasão...
Em um segundo ele me leu...
E nenhum mistério a mim restou,
Nem a ele,
Que ao verde se curvou!
Rosane Oliveira
(poema em homenagem ao amigo e poeta Paulo Silvoski...
agora um amigo "real"...amei conhecê-lo!!)

domingo, 30 de agosto de 2009

Perdição

Perdição
.
Que cheiro é esse que me entorpece?
Cheiro de fruto maduro
Que eriça meus pelos
E me estremece.
.
Que cheiro é esse que adoça a boca?
Atiça desejos
Provoca latejos
E me deixa louca.
.
Que cheiro é esse
Que me atiça na noite
No dia me assanha
Me convence e me ganha,
Feito um delicioso vicio,
Me rendo aos caprichos
Assim...feito bicho!
. É cheiro de gato,
De lobo no cio,
É cheiro de macho,
De menino vadio,
E lá se vai meu juízo...
Na correnteza do rio!
.
Rosane Oliveira

sábado, 29 de agosto de 2009

Olhando além do meu reflexo

Olhando além do meu reflexo
.
Sinto-me estranha.
Há em mim uma insatisfação imensa e muitas lacunas apareceram ultimamente.
Sinto que o meu tempo se esvai... parece-me que não há mais tempo.
Preciso ficar só com meus devaneios.
Preciso da companhia de mim mesma e procuro achar o que me aflige e me entristece.
Sinto uma vontade imensa de correr.
Correr atrás de algo que não sei ao certo o que é e nem onde encontrar.
Não quero chorar, mas minha tristeza é visível em meu olhar!
Bom, vou sair. Vou ficar comigo mesma e tentar entender esse momento.
Adentro o ônibus e observo logo um banco vazio.
Lá estava um senhor, já de bastante idade, com dois livros entre as mãos e concentrado na leitura de um deles.
- Com licença? Precisei despertá-lo da leitura para que pudesse sentar-me no banco a sua frente.
- Claro, me desculpe! Assim me respondeu ele.
-Estava tão concentrado no final desta leitura que distraí-me.
- O que o senhor lê? Perguntei curiosa.
O título do livro era: E agora?
- Eu leio muito. Passo noites e noites lendo, preenchendo a minha insônia. E sempre leio dois livros, um pra mim e um pra minha esposa.
Instantaneamente imaginei, porque motivo ele leria para a esposa.
E logo ele completou a interrogação do meu pensamento.
- Minha esposa é cega. Eu leio pra ela sempre, até que ela adormeça. Depois que ela dorme eu leio pra mim, e muitas noites amanheço na leitura.
Fiquei ouvindo o relato daquele senhor e imaginando que linda era a cena, dele à beira da cama lendo para a esposa cega.
Não pude deixar de observar a simplicidade daquele senhor agarrado aos seus livros.
Parecia um homem simples, suas roupas mostravam que era de origem humilde.
A calça estava manchada, a camisa faltava um botão; chinelos nos pés e os dois livros nas mãos.
Quanto carinho tinha pela leitura e quanto amor tinha pela esposa cega.
Mas... voltando ao começo deste devaneio, quando eu entrei no ônibus...
qual era mesmo o meu problema?
.
Rosane Oliveira

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Nostalgia

Nostalgia
.
Só mais um querer
Largado ao léu... no anoitecer
Só mais um sonho
Esquecido ao amanhecer!
Desejo amputado
Asa cortada
E outro vôo interrompido...
Apenas mais um suicídio!
A nostalgia aflora no vazio de nós
Normal?
Será normal, incisar os sonhos
Como se fossem pétalas
Arrancadas uma a uma
Como numa brincadeira de “bem me quer”?
Ao anular dos desejos
Desfolhamos a alma em viva carne
Auto- ferimento sem qualquer anestésico
E ao coagular do sangramento
A cicatriz...
Tatuagem natural
Dos tantos suicídios diários!
.
Rosane Oliveira

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Caminhos do amigo Mochiaro

CAMINHANDO
Na rua por onde ando
Nas calçadas por onde piso,
nas idas e vindas a marcar o chão,
deixando sulcos profundos,
numa mistura de poeiras,
que o chão recusa de vez
e o vento arrasta e a chuva limpa.
Na rua por onde ando
No chão onde volto a pisar,
recordo os sulcos marcados a dois e
hoje mais profundo existe apenas um.
Na rua por onde ando
O remoído das misturas,
sobras do atrito,
levanta em redemoinho,
buscando as alturas
a se misturar as outras misturas
que no passado foram presentes
e que no presente tornam-se passado.
Busco trilhar
pelas ruas do pensamento
os caminhos perdidos,
os caminhos ainda por percorrer,
para ver se há um encontro,
dos antes sulcos marcados
e cobertos pela esperança,
dos novos sulcos duplicados
onde eu e você iremos pisar
mochiaro.
mock 2009

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Conforto escrito por Alcanu...meu amigo do Overmundo

“Poema das garrafas”
Ah, essas garrafas
necessáriasdesde os tempos da Era Mamária...
depois vem a fase do refrigerante !
Normalmente aí se fica grandee
os gnomos nos abandoname com eles sonhos de gênios
aprisionados em misteriosas ânforas...
Náufragos somos
em busca de âncoras
que nos mantenham no fundo do mar
por longos séculos,
mas daí precisamos emergir,
numa tentativa tosca
de continuar a viver,essa brusca busca fosca,
esse luscofusco,
que tantonos ofusca,
tanto nos prendea uma vida
cheia de altos & baixos...
Esse não querer se afogar ,
esse incompreendido sobreviver !
Quantas vezes não sonhamos
em encontrar perdidas
garrafas de perdidose destroçados
viajantescom mensagens dentro ?
Chega então a época da volubilidade...
Vamos dos ‘liquors’ às pingas,
das ‘cervezas’ aos ‘vermouths’,
dos ‘whiskies’ aos ‘wines’,
dos ‘champagnes’ aos ‘cognacs’ !
O Homem vive mesmo
cercado de garrafas...
ah, quanta sofisticação,
mon ami,pr'uma vidinha tão curtafeito essa nossa ...
Quem conseguiu encheras taças das realizações, hein ?
Quem logrou encher um mísero copo
até a boca sem se embriagar ?
E se embriagando,
quem conseguiu evitar o vexame ?
Quem usou as vestes sagradas
e entrou num Tabernáculo ?
Quem honestamente
nunca usou os seus tentáculos
pra prejudicar um irmão
e levá-lo a algum profundo abismo,
mesmo que inconscientemente ?
Mas há um tempopara o arrependimento,
sim, isso há,
deixe os naufrágios
para os outros,
a gente confessa,
se redime,
se liberta,
se salvada
Eterna danação !
Observe as águias morrendo,
aprende com elas que arrancam
com o próprio bicoas suas garras
para que nasçam outras dessas...
É tempo de Jacintos !
Queremos um Lugar pra fugir,
temos um Coração pra esconder !
Ocultar nossas secretas
lágrimas de Dor,
essas talvez inconfessáveis...
E quando chega o amargo fim
seja o de Onofre,
seja o de Joaquim,
serão todos
eles e nós ‘engarrafados’e enterrados
nalgum Jardim !
Há um tempo de risos,
há um tempo para prantear...
mas não se preocupe:
há sacarrolhas na Vida Eterna !
Somos todos vasilhamesVelhos e já bem utilizados
desse enorme engradado
chamado:H U M A N I D A D E ...
© MCMLXXXV / MMIX by alcanu strong

sábado, 18 de julho de 2009

Fuga para o encontro

Percebo-te partindo...
Antes mesmo de haver chegado,
Mudando o seu caminho
Em passos descompassados...
Percebo-te indo embora,
Antes mesmo de ter voltado!
Tentas resistir,
Ao que já está incorporado;
E fugir,
Do que te mantém aprisionado. Tentas esconder,
O que nos olhos teus, está escancarado;
Submergir deste mar que estás mergulhado;
E sequer percebes que estás ancorado!
Inútil querer separar
O que está homogeneamente misturado.
Ou ignorar a felicidade
De estar completamente apaixonado!
Fechar os olhos à doçura deste pecado,
E punir-se temendo não ser perdoado!
Inútil querer acordar
De um sonho já começado
Ou desistir de um caminho que já foi traçado!
Rosane Oliveira

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Atrevimento

Atrevimento
.
Hoje,
Somente hoje...
Quero perder o juízo,
Arrancar os rótulos,
Despir-me dos medos
E me permitir...
.
Quero me embriagar da liberdade,
Entregar-me aos beijos que tenho vontade,
Saborear essa tal felicidade,
E adormecer nos braços da saudade!
.
Hoje,
Quero viver um sonho,
Quero gritar,
E nos ecos do meu grito,
Fazer o mundo me enxergar...
.
Quero fechar os olhos de Deus,
Pra que Ele não me veja pecar,
Beber das minhas vontades,
Gota a gota...
E me envenenar.
.
Quero vomitar esse amargor
E descobrir se a dor da morte
É maior que a dor de viver sem você!
.
Hoje,
E só hoje,
Quero me rebelar,
Soltar as amarras,
Cortar os laços,
E fugir...
Fugir de mim,
Fugir de você...
Fugir de tudo e de todos,
Apagar o passado,
Desenhar o futuro,
E entregar-me a vida!
Quero permitir que ela decida
Os atalhos do meu sentir!
.
Hoje,
E só agora,
Quero morrer pro ontem,
Renascer pro amanhã...
Livre,
Despida dos medos,
Nua dos meus pudores,
Esquecida dos amores,
Sem nenhuma cicatriz...
.
Hoje,
E somente hoje
Quero perder o juízo
E atrever-me a ser ...Feliz!
.
Rosane Oliveira

sábado, 4 de julho de 2009

Alma em agonia...

Eclodem de mim,
Pequenas palavras,
Que dizem minha imensa dor!
Erupciona por meus poros,
Todos os meus "ais"...
E verte por meus olhos,
A imensa saudade,
Que não cabe mais em mim!
Escaras abertas pela ausência,
Inflamadas pela covardia,
Deixam minh'alma em agonia!
É tanta dor!
É tanto amor!
É tanta saudade!
Rosane Oliveira

Alma Brasileira...dia 22/07...casa das rosas...vc é convidado especial!

Amo João, que ama Vania, que me deixa amar João só um pouquinho...,meus amigos que amo!

Paulinho foi meu presente!

Amo a Vania, que ama João, que também ama Vania!!!!

Diga-me apenas...(formatado por João)

Diga-me apenas...
Onde andas...luz dos meus olhos?
Por quais caminhos desfilas os sorrisos
Sem os quais não sei viver?
Em que boca depositas os meus beijos?
E os desejos?
Onde andas a satisfazer?
Ah amor meu...por onde andará você?
Os meus olhos já não te alcançam;
O seu perfume misturou-se as flores;
Nossos caminhos se perderam;
Não acharás minha doçura
No aconchego de outros amores!
Porque foges do sentir que lhe traz vida?
Ignoras a felicidade,
Procuras a liberdade em um amor pela metade?
Acaso não sabes que só somos felizes completos?
E que a parte que te completa
mora em meu peito
e anda perdida e chorosa
longe da parte que também lhe falta...
Ah amor meu...por onde andará você!
Quanta saudade dos beijos meus!
Devolva-me logo este amor que é meu...
Antes que eu morra metade, longe do amor seu!
Rosane Oliveira

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Maldita inspiraçao

Desabafo...(carinho de Michelle)

Quero de volta! Dueto com Paulo Silvolski

Em meus sonhos...formatado por Michele